terça-feira, 2 de outubro de 2007

B (60)

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(Jeremoabo/BA)
Usina em construção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Matéria Prima: Mamona e Girassol


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(Barra dos Bugres/MT)
Usina construída e produzindo - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 166,70 m³/dia (50 milhões litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica ou Etílica



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(Terra Nova do Norte/MT)
Capacidade de Produção: 24 mil litros/dia (7,2 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Etilica e Metilica
Usina Em Construção - Em processo de Autorização na ANP


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Benz Oil (Senador Canedo/GO)
Usina em Construção - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de produção: 333.667 mil litros/dia (100 milhões litro/ano)
Rota tecnologica: Metílica ou Etílica


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(Diamantino/MT)
Em Planejamento - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 333 mil litros/dia (100 milhões de litro/ano)
Rota tecnológica: Metílica


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Bertin (Lins/SP)
Usina Construida - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 333 mil litros/dia (99,9 milhões de litro/ano)
Capacidade Instalada: 110 milhões de litro/ano
Rota tecnológica: Metílica


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Bioclean (Luís Eduardo Magalhães/BA)
Usina em Construção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 330 mil litros/dia (100 milhões litros/ano)
Matéria prima: Soja, Algodão e Girassol


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(Rolândia/PR)
Usina Construída - Autorizada pela ANP
Capacidade de Produção: 40 mil litros/dia (12 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica




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(Formosa/GO)
Usina Construida - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de producão: 30 mil litros/dia (9 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica ou Etílica




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(Nova Mutum/MT)
Capacidade de produção 104 mil litros/dia (31,4 milhões litros/ano)
Matéria-prima: Pinhão-manso


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(Campo Largo/BA)
Usina em planejamento - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 134 mil litros/dia (40 milhões de litros/ano)
Rota Tecnológica: Etílica
Matérias-primas: Dendê, Mamona, Pinhão Manso e Gordura Animal


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(Una/BA)
Usina em planejamento - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 200 mil litros/dia (60 milhões de litros/ano)
Rota Tecnológica: Etílica


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(Salvador/BA)
Usina em planejamento - Ainda sem processo de autorização na ANP
Rota Tecnológica: Etílica



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(São Francisco/MG)
Usina em Construção ainda sem processo de autorização junto à ANP


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(Campo Verde/MT)
Usina Construida em Produção - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 154 mil litros/dia (46,2 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica ou Etílica



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(Charqueada/SP)
Usina Construida - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 824 mil litros/dia (247,2 milhões de litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica



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Biocar (Passo Fundo/RS)
Usina em planejamento - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de Produção: 20 mil litros/dia (6 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica ou Etílica

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Biocar Biodiesel (Dourados/MS)
Usina Construida - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de producão: 30 mil litro/dia (9 milhões de litros/ano)
Ampliação pretendida: 180 mil litros/dia (54 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica

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BIOCOM (Campo Grande/MS)
Usina em planejamento - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade Produção: Mil l/dia (300 mil l/ano)
Rota tecnológica: Metílica ou Etílica
Matérias-primas: Óleos Vegetais

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(Pontes e Lacerda/MT)
Razão Social: Indústria Biodan Biodiesel Ltda.
Usina em construção - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de produção: pendente
Rota Tecnologica: Pendente
Materias-Primas: Pendente


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Biodiesel Triângulo (Iturama/MG)
Usina em Construção - Ainda sem Processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 33,3 mil litro/dia (100 milhões de litros/ano)
Matéria prima: Sebo animal e pinhão manso


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Biodiesel Triângulo (São José do Rio Preto/SP)
Usina em Construção - Ainda sem Processo de autorização na ANP
Matéria prima: Sebo animal e pinhão manso


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(Içara/SC)
Usina construída - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de produção: 1,667 mil litros/dia (500,1 mil litros/ano)
Matéria prima: Girassol e óleo de frituras

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(Indaiatuba/SP)

Usina Piloto construida em produção - Ainda sem processo de Autorização junto à ANP

Capacidade de produção: 1 mil litro/dia (300 mil litros/ano)

Matérias-primas: óleos e gorduras residuais

Rota tecnológica: Metilica






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Bioenergia do Brasil (Nova Andradina/MS)Usina em planejamento - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de producão: 38 mil litros/dia (115 milhões de litros/ano)
Matéria Prima: Soja e Pinhão Manso
Rota Tecnologica: Etílica


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Bioeng Tecnologia e Engenharia(Tangará da Serra/MT)
Usiana Construida - Ainda sem processo de autorização na ANP

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(Colíder/MT)
Usina em construção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 160 mil litros/dia (48 milhões de litros/ano
Rota tecnológica: Etílica e metílica


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Biolix (Rolândia/PR)
Construida e produzindo - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 30 mil litros/dia (9 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Etílica

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(Porto Franco/MA)
Usina em construção - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de produção: 33 milhões de litros/ano. A meta é dobrar no final de 2008
Rota tecnológica: Etílica




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BioMarca (Cariacica/ES)
Usina piloto em construção - ainda sem pedido de autorização junto à ANP
Capacidade de Produção mil litros/dia (300 mil litros/dia
Matéria-prima: Óleo de fritura
Rota tecnológica: Etílica



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(Araxá/MG)
Usina em Construção- Em processo de autorização
Capacidade de produção: 30 mil litro/dia (9 milhões de litros por ano)




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(Itatiaiuçu/MG)
Usina em Construção - ainda sem processo de autorização junto à ANP






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(Itauna/MG)
Usina em Planejamento - ainda sem processo de autorização junto à ANP






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(Pitangui/MG)
Usina em Planejamento - ainda sem processo de autorização junto à ANP







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(Novo Mundo/MT)
Usina em planejamento - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 50 milhões de litros por ano
Matéria prima: Soja, girassol, mamona e pinhão manso
Rota tecnológia: Etílica e metílica


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Bionasa (Porangatu/GO)
Usina em construção - Em processo de autorização na ANP
Capacidade de producão: 733,33 mil litros/dia (220 milhões de litros/ano)
Matéria Prima: Soja, Girassol e gordura animal





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Bionorte (São Miguel do Araguaia/GO)
Usina em construção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 83 mil litros/dia ( 25 milhões litros/ano)
Matéria prima: Pinhão manso, Girassol, Nabo forrageiro, Mamona e Sebo





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Bionorte (Sinop/MT)
Usina Construida - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de Produção: 30 mil litros/dia (6,0 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica

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Bio Óleo (Cuiabá/MT)
Usina em construção - Em processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 6,67 mil litros/dia (2 milhões de litros/ano)

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(Nova Marilândia/MT)
Usina em planejamento - Autorizada pela ANP


Capacidade de produção: 36 mil litros/dia (10,8 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica ou Etílica
Materias-Primas: Diversas oleaginosas e gorduras animais

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(Rolândia/PR)
Usina Construida e em produção - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 120 mil litros/dia (9 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica ou Etílica


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Biopetro (Londrina/PR)
Usina em planejamento - ainda sem pedido de autorização de produção junto a ANP.
Capacidade de produção: 100 mil litros/dia (30 milhões litros/ano)
Materia-Prima: óleo de cozinha recolhido e algas


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Biosauro (Guararapes/SP)
Usina em Construção - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de Produção: Pendente
Rota Tecnologica: Etílica


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(Campina Grande/PB)
Usina em construção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 134 mil litros/dia (40 milhões de litros/ano)
Rota tecnológica: Etílica





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(São Bento do Sul/SC)
Usina em Planejamento - Ainda sem pedido de autorização junto à ANP






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(Paraíso do Tocantins/TO)
Usina em Construção - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção: 27 mil litros/dia (8,1 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica


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BioUdi (Uberlândia/MG)
Usina em planejamento - ainda sem processo de autorização Junto à ANP

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Biovasf (Petrolina/PE)
Usina em Construção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 260 mil litros/dia (80 milhões litros/ano)
Matéria prima: Mamona, Soja e Pinhão-manso

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Bioverde (Taubaté/SP)
Usina construída - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 267,44 mil litros/dia (80,23 milhoes de litros/ano)
Condicionada a operar com capacidade nominal limitada à 21,3m³/dia de biodiesel, exclusivamente, de acordo com licença ambiental de operação vigente, neste período.
Rota Tecnológica: rota metílica ou etílica


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BrasBio (Rio Claro/SP)
Usina em planejamento - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de Produção: 3,3 mil litros/dia (990 mil litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica

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(Araucária/PR)
Usina em Construção - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de produção: 1,2 milhão litros/dia (360 milhões de litros/ano)
Matéria prima: Girassol, algodão, canola, pinhão manso e soja



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(Crateús/CE)
Usina Construida - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção autorizada: 360 mil litros/dia (108 milhões de litros por ano)
Capacidade de produção instalada: 396 mil litros/dia (118,8 milhões de litros por ano)
Pedido de aumento de Produção para: 500 mil litros/dia (150 milhões de litros por ano)
Rota tecnológica: Metílica ou Etílica


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(Dourados/MS)
Usina Em Planejamento - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de Produção: 396 mil litros/dia (118,8 milhões de litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica ou Etílica



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(Floriano/PI)
Usina construida e em Produção - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção autorizada: 135 mil litro/dia (40,5 milhões litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica
Matéria Prima: Mamona, soja, algodão, girassol e pinhão manso.
Pedido de amplição para 270 mil litro/dia (81 milhões litros/ano) e para uso da rota Etílica


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(Iraquara/BA)
Usina Construida e Produzindo - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção autorizada: 360 mil litros/dia (108 milhões litros/ano)
Podendo ser 108 milhões liros/ano, pela rota metílica, ou 75,6 milhões litros/ano, pela rota etílica.
Capacidade instalada: 118,8 milhões litros/ ano
Pedido de Aumento de Capacidade para: 440 mil litros/dia (132 milhões litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica ou Etílica

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(Itaquí/MA)
Usina Construida - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção autorizada: 360 mil litro/dia (108 milhões de litros por ano)
Podendo ser 108milhões litros/ano, pela rota metílica, ou 75,6 milhões/ano, pela rota etílica.
Pedido de aumento de capacidade para: 440 mil litro/dia (132 milhões de litros por ano)
Rota tecnológica: Metílica ou Etílica



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(Porto Nacional/TO)
Usina Construida em Produção - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção autorizada: 360 mil litros/dia (108 milhões litros/ano)
Capacidade de produção instalada: 118,8 milhões de litros por ano
Pedido de Ampliação da capacidade para: 440 mil litros/dia (132 milhões litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica ou Etílica



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(Rosário do Sul/RS)
Usina Construida em Funcionamento - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção autorizada: 360 mil litros/dia (108 milhões litros/ano)
Pedido de ampliação de produção para: 440 mil litros/dia (132 milhões litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica ou Etílica


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(Maracaju/MS)
Usina em construção - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de produção: 360 mil litro/dia (110 milhões litros/ano)
Rota tecnologica: Etílica


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(Passo Fundo/RS)
Usina Construida em Funcionamento - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de Produção: 345 mil litros/dia (103,5 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica


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I (05)

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(Pesqueira/PE)

Capacidade de Produção: 250 mil litros/dia (75 milhÕes litros/ano)

Materia_Prima: Mamona, Girassol, Algodão e Pinhão-manso.






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Usina Piloto de Quixeramobim (Quixeramobim/CE)
Usina Piloto construida em produção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Rota Tecnologica: Metílica
Capacidade de produção: 360 litros/dia (118 mil litros/ano)
Matéria prima: Mamona


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(Mucajaí/RR)
Usina Piloto - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de producão: 640 litro/dia (192 mil de litros/ano)
Rota Tecnologica: Etílica


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(Mairinque/SP)
Usina Construída - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 30 mil litros/dia (90 milhões litros/ano)
Ficando condicionada a operar com capacidade nominal limitada à 6.000 t/dia ( 6,74 milhões de litro/ano), de acordo com licença ambiental de operação vigente
Rota Tecnologica: Metílica



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(Taubaté/SP)
Usina em construção - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de produção: 14 mil litros/dia (4,2 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica


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O (02)

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(Veranópolis/RS)
Usina Construida - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de Produção: 327 mil litros/dia (98,1 milhões litros/ano)
Pedido de ampliação de capacidade para: 660 mil litros/dia (198 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica




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Ouro Verde Biodiesel (Rolim de Moura/RO)
Usina em Construção - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 17 mil litros/dia (5,1 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílic

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A (21)

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Acácia Biodiesel (Comodoro/MT)
Usina em construção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de Produção: 12 mil litros/dia (3,6 milhões de litro/ano)
Rota Tecnologica: Rota Etílica e Metílica

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(Rondonópolis/MT)

Usina em Construção - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção: 565 mil litros/dia (169,5 milhões litro ano)
Rota Tecnologica: Rota Metílica



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(Alto Araguaia/MT)
Usina em Construção - Autorizada pela ANP
Capacidade Produção: 660 mil litros/dia (198 milhões de litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica

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(Caarapó/ MS)
Usina Construida - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade Produção: 39 mil litros/dia (116 milhões de litros/ano)
Rota tecnológica: Metílica
Matérias-primas: Soja



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Agrenco (Céu Azul/PR)
Usina em planejamento - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade Produção: 34 mil litros/dia (100 milhões de litros/ano) Rota tecnológica: Metílica ou Etílica

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(Itiquira/MT)
Usina em construção - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de produção: 165 mil toneladas/ano de biodiesel
Rota tecnológica: Metanol

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Agrenco Bioenergia (Marialva/PR)

Usina em construção - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de produção 377 mil litros/dia (113 milhões de litros/ano)
Matéria-prima Soja, Girassol, Algodão e Gordura animal
Rota tecnológica: Metílica


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AGROBIO (Estância/SE)
Usina em planejamento - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade Produção: Pendente
Rota tecnológica: Pendente
Matérias-primas: Pendente

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(Iguatama/MG)
Usina Construída - ainda sem pedido de autorização junto à ANP







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Agrodiesel Mercosul (Santa Helena/PR)
Usina em planejamento - ainda sem pedido de autorização junto á ANP
Capacidade de produção 400 mil litros/dia (120 milhões litros/ano)
Matéria-prima: Soja, Girassol
Rota tecnológica: Etílica

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(Belém/PA)
Usina construída e produzindo - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção autorizada: 80 mil litros/dia (24 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica ou Etílica
Matéria-Prima: Ácidos Graxos de Óleo de Palma

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(Sorriso/MT)
Usina construída em produção - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 80 mil l/dia (24 milhões de litros/ano)
Rota Metílica ou Etílica



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(Santa Cruz do Sul/RS)
Usina Piloto em planejamento - Ainda sem processo de Autorização junto à ANP
Capacidade de produção: 750 litro/dia (225 mil litros/ano)
Matérias-primas: soja e girassol
Rota tecnológica: Metilica




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(Acreúna/GO)
Usina em Construção - Ainda sem processo de autorização na ANP Capacidade de produção: 380 mil litros/dia (114 milhões litros/ano)
Tende chegar 760 mil litros/dia (228 milhões litros/ano)
Matéria prima: Soja e Caroço de Algodão



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Amazonbio(Jí-Paraná/RO)
Usina em Construção - Autorizada pela ANP
Capacidade de Produção: 45 mil litros/dia (13,5 milhões de litro/ano)
Rota Tecnologica: Metílica

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América Latina (Comodoro/MT)
Usina em planejamento - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade Produção: Pendente
Rota tecnológica: Pendente
Matérias-primas: Pendente


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(Varginha/MG)
Usina Piloto - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 2,4 mil litros/ano (720 mil litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica





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Araguassú (Porto Alegre do Norte/MT)
Usina construída e produzindo - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de Produção 100 mil litros/dia (30 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica ou Etílica


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Armazéns Vale do Verde (Sorriso/MT)
Usina Construida - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de Produção: 10 mil litros/dia (6,0 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica

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Assafra (Terenos/MS)
Usina em Planejamento - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de Produção: dois mil litros/dia (600 mil mitros/ano)
Materia-Prima: Amendoim e Pinhão-Manso

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(Londrina/PR)
Usina piloto - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de produção: 1 mil litros/dia (300 mil litros/ano)
Rota Tecnológica: Etílica e Metílica







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U (16)

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(Manaus/AM)

Usina Piloto - Sem processo de autorização na ANP

Materia-Prima: Tucumã, Urucuri, Murumuru e Babaçu



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UFAL (Maceió/AL)
Usina Piloto - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de Produção: 10 litros/dia (3 mil litros/ano)
Rota Tecnologica: Etílica








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(Vitória/ES)
Usina Piloto - ainda sem processo de autorização junto à ANP





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(Goiânia/GO)
Usina Piloto - Ainda sem processo de autorização na ANP
Rota Tecnologica: Etílica
Materia-Prima: Aproveitamento de rejeitos graxos da indústria e comércio de Goiás (FIEG e ACIEG) e de óleos de plantas nativas e introduzidas no Cerrado (23 espécies)






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UFMA (São Luís/MA)
Usina Piloto - Ainda sem processo de autorização na ANP Capacidade de Produção: 400 l/dia (12 mil litros/ano) Materia-Prima: Óleo do babaçu






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(Recife/PE)
Usina Piloto - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 200 litro/dia (60 mil litros/ano)
Matéria prima: Óleos e gorduras residuais, algodão, pinhão manso, mamona e gordura animal






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(Tersina/PI)
Usina Piloto - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de Produção: 4,8 mil litros/dia ( 1,44 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica e Etílica
Materia-Prima: Óleos de babaçu, tucum, soja e macaúba



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(Rio de Janeiro/RJ)
Usina Piloto - ainda sem processo de autorização







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(Palmas/TO)
Usina Piloto - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Rota Tecnologica: Etílica e Metílica
Materia-Prima: Babaçu (Orbignya phalerata, Mart) e Girassol (Helianthus annuus L.)

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UnB (Brasilia/DF)
Usina Piloto construida - ainda sem autorização junto à ANP

Capacidade de Produção: 250 litros/dia (75 mil litros/ano)

Rota tecnologica: Craqueamento Termico

Materia-Prima: Qualquer fonte de Óleo


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(Campinas/SP)
Usina Piloto - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de produção: mil litro/dia (300 mil litros/ano)
Matéria prima: Óleo de Cozinha Usado



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UsiBio (Sinop/MT)
Usina em Construção Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção 20 mil litros/dia (6 milhões litros/ano)
Rota Metílica



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Usina Água Boa (Água Boa/MT)
Usina em construção - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de Produção 330 mil litros/dia (100 milhões de litros/ano)
Materia-Prima: Soja, Caroço de Algodão, Mamona, Girassol, Macaúba e Palma.

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Usina Bio Brasil Italian Oil (Barra do Garças/MT)
Usina em construção - Ainda sem processo de autorização na ANP

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Usina São Martinho (Pradópolis/SP)
Usina em construção - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de Produção: 1,3 milhões/dia (400 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Etílica



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Usina Saltinho (Saltinho/SC)
Usina Piloto em construção - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de Produção: 2 mil litros/dia (600 mil litros por ano)
Matéria Prima: Girassol, Mamona, Pinhão Manso,Óleo de Soja e de Frango

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(Piracicaba/SP)

Usina Piloto construida - ainda sem pedido de autorização junto à ANP
Capacidade de Produção: 200 litros/dia (60 mil litros/ano)





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E (10)

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Usina Piloto Construida - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de produção: 2 mil litros/dia (600 mil litros/ano)
Rota Tecnologica: Não Informada
Matéria prima: Oleaginosas diversas



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Eco-Bio (Resende/RJ)
Usina Construida - Em processo de Autorização na ANP
Capacidade de Produção: 120 mil litros/dia (36 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Etílica

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Ecobrás (Ceilândia/DF)
Usina em Planejamento - ainda sem pedido de autorização junto à ANP
Capacidade de Produção: 50 mil litros/dia (15 milhões litros/ano)
Capacidade Planejada: 300 mil litros/dia (90 milhões litros/ano)
Materia-Prima: Óleo de cozinha Reciclado
Rota Tecnologica: Metílica

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(Viamão/ RS)Capacidade de produção: 3,4 mil litros/dia (1 milhão litros/ano)
Construída e sem produção - Ainda sem processo de autorização junto à ANP
Materia-Prima: Óleo reciclado


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Ecomat (Cuiabá/MT)
Usina construída pronta para produzir - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de producão: 8 milhões de litros por ano
Matéria-Prima: Soja




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Biodiesel (Chapadão do Céu/GO)
Usina Construída - Ainda sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 8 mil litros/dia (2,4 milões litros/ano)
Rota Tecnológica: Etílica



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(Rio Preto da Eva/AM)
Usina Piloto construida - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de produção: 3 mil litros/dia (900 mil litros/ano)
Rota Tecnologica: Etilica




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Elabora (Comendador Gomes/ MG)
Usina em planejamento - ainda sem pedido de autorização na ANP
Capacidade de produção: 30 mil litros/dia(9 milhões litros/ano)
Rota Tecnológica: Metílica
Matéria-prima: Girassol


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(Guarulhos/SP)
Em planejamento - ainda sem processo de autorização junto à ANP
Capacidade de produção: 50 mil litros/dia (15 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metilica

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Expoglobe (Campo Largo/PR)
Usina em Planejamento - Ainda sem pedido de autorição na ANP
Capacidade de produção: 100 mil litros/dia (30 milhões de litros/ano)
Matéria prima: Girassol

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segunda-feira, 24 de setembro de 2007

F (08)

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FAIAD & SOSSELLA (Céu Azul/PR)
Usina em Construção - Em processo de Autorização


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Fertibom (Catanduva/SP)
Usina Construida em Produção - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 40 mil litros/dia (12 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologia: Rota Etílica ou Metílica
Materia-Prima: Gordura animal e Pinhão Manso



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(Lucas do Rio Verde/MT)
Usina Construida - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção: 409.960 litros/dia (122,988 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica

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FINANCO AGRICOLA S.A.
Usina em construção - Em processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 366 mil litros/dia (109,8 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Etílica
Matéria prima: Algodão, Soja e Girassol


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(Lucas do Rio Verde/MT)
Usina Construida - Autorizada pela ANP
Capacidade de produção: 409.960 litros/dia (122,988 milhões de litros/ano)
Rota Tecnologica: Metílica

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(Lençóis Paulista/SP)
Usina em construção - Autorizada pela ANP
Capacidade Autorizada de Produção: 40 mil litros/dia (12 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Metilica ou Etilica

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FUNTAC (Rio Branco/AC)
Usina Piloto - Sem processo de autorização na ANP
Capacidade de produção: 720 litros/dia (216 mil litros/ano)
Rota tecnológica: Etílica ou Metílica



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(Barbacena/MG)
Usina Construída e Produzindo - Autorizada pela ANP
Capacidade autorizada de produção: 30m³/dia (9 milhões litros/ano)
Rota Tecnologica: Rota etílica



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segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Biocombustível

Qualquer produto usado como fonte de energia produzido a partir de biomassa renovável (aproveitamento de lixo residencial e comercial ou resíduos de processos industriais, como serragem, bagaço de cana e cascas de árvores ou de arroz).
O biodiesel, por exemplo, é um aditivo para motores de combustão interna com ignição por compressão, derivado de fontes renováveis, como o dendê, a soja, a palma e a mamona. Ele pode ser usado puro ou misturado com o diesel mineral, em qualquer proporção. Se utilizado puro, o biodiesel reduz em até 68% as emissões de gás carbônico, em 90% as de fumaça, e elimina as emissões de óxido de enxofre. Por ser biodegradável, atóxico e praticamente livre de enxofre e aromáticos, é considerado um combustível ecológico.

Fonte: Câmara dos Deputados

Créditos de Carbono

São títulos de Redução Certificada de Emissão (RCE), regulados pelo Protocolo de Quioto - em projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Os créditos de carbono são originados a partir de projetos que evitam ou contribuem para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera - os MDLs.
O Protocolo de Quioto entrou em vigor no dia 16 de fevereiro deste ano.
O Brasil entrou no mercado de créditos de carbono em 2004, quando o Governo anunciou os dois primeiros projetos aprovados no âmbito do MDL. Eles versam sobre aproveitamento de metano em aterros sanitários - gás produzido pela decomposição do lixo, que causa maior aquecimento na atmosfera do que o gás carbônico.

Fonte: Câmara dos Deputados

Protocolo de kyoto

Estabelece metas de controle das emissões de gases responsáveis pelo aquecimento da Terra, que é um dos mais graves problemas ambientais da atualidade. Nos últimos 100 anos, registrou-se um aumento de quase 1ºC na temperatura média do planeta, causado pela intensificação na emissão de gases de efeito estufa, em especial o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso. Na tentativa de estabilizar os efeitos desses gases, adotou-se, durante a Eco 92, no Rio de Janeiro, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que foi assinada e ratificada por quase 200 países e entrou em vigor em 1994. A partir de então, passaram a ocorrer Conferências anuais das Partes (COPs), que culminaram, em 1997, com a assinatura, por diversos países, do Protocolo de Quioto, no Japão. O Protocolo fixou metas para 42 países desenvolvidos de redução de suas emissões em 5,2% no período entre 2008 e 2012, com relação aos níveis de 1990.

Apesar de ter sido assinado em 1997, o protocolo só entrou em vigor em fevereiro de 2005, após a cota mínima de 55 países signatários ser atingida. Mais de 100 países já ratificaram o protocolo, mas não os Estados Unidos.

Fonte: Câmara dos Deputados

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Contexto Histórico

Não podemos discutir as questões geopolíticas relacionadas ao biodiesel sem fazermos antes uma retrospectiva histórica analítica na dinâmica de desenvolvimento da matriz energética mundial, onde elas estão inseridas.

Os combustíveis fósseis (carvão mineral, gás natural e petróleo), formam a base da matriz energética do mundo pós-revolução industrial (séc. 19), até os dias de hoje. Porém, tanto a localização geográfica de suas reservas, como a sua condição de não-renovável e os impactos ambientais (efeito estufa e chuva ácida) provocados pela emissão de gases poluentes, decorrentes de sua utilização, hoje, formam um conjunto de fatores que pode ser visto como desvantagem na utilização dos combustíveis fósseis.

A meta cada vez maior de redução na emissão de gases poluentes , criada por pressões globais somadas às desvantagens apresentadas pelos combustíveis fósseis, a questões econômicas e sociais, torna ainda maior a necessidade do desenvolvimento e uso de combustíveis alternativos. O Brasil apresenta, nesse contexto, o maior potencial para apresentar alternativas viáveis para substituir os combustíveis derivados de petróleo com fontes renováveis antes que o aquecimento do planeta afete a economia e a crescente escassez da fonte de combustível fóssil leve a aumentos ainda maiores de preço.

O uso, por exemplo, da biomassa já é uma realidade em nosso país desde as décadas de 70 e 80 onde, impulsionadas por uma grande crise de abastecimento de petróleo (1973-1974), foram criados os programa Pró-álcool e o Pró-óleo , este segundo foi abandonado, mesmo antes de ser implementado, devido a normalização do mercado de abastecimento internacional do petróleo. “Nenhuma outra terra do mundo tem potencial igual ao do Brasil para a produção de óleo vegetal” nos lembra Dietrich Schmidt, estudioso dos combustíveis brasileiros desde a década de 60. Segundo Gazzoni , o Brasil possui potencial para dominar os três ramos do mercado de biomassa: produtos florestais; combustíveis líquidos (biodiesel, etanol e metanol); e energia elétrica (queima de resíduos e dejetos). "Entre as culturas beneficiadas estão as de alto teor de carboidratos (cana-de-açúcar, milho, mandioca), as oleaginosas (soja, girassol, colza, palmáceas) e as essências florestais (eucalipto, pinus)".

Rudolf Diesel inventou, em 1895, um motor de injeção indireta que funcionava à base de uma variedade de óleos vegetais. O motor explodiu e quase o matou, mas ele provou que o combustível poderia ser inflamado sem uma centelha.

Sua invenção foi apresentada em 1900 na Exposição Universal de Paris. Utilizava óleo de amendoim, óleo cru (petróleo filtrado) e óleo de peixe como combustível. Como podemos ver, então, o motor Diesel, no seu nascimento, não era para o óleo Diesel, este derivado de petróleo que conhecemos. Na realidade, o motor Diesel nasceu e foi concebido para combustíveis mais baratos que aqueles que eram usados até então, dentre os quais os óleos vegetais.

A designação “motor a diesel” é homenagem a Rudolf Diesel.

O desenvolvimento do motor ciclo Diesel com injeção direta, sem pré-câmara, ocorreu simultaneamente ao do combustível derivado de petróleo, sujo e grosso, que ficou conhecido como “óleo Diesel”. A disseminação desses motores se deu na década de 50, com a forte motivação de rendimento muito maior, resultando em baixos consumos de combustível. Além dos baixos níveis de consumos específicos, os motores Diesel, modernos, produzem emissões, de certa forma aceitáveis, dentro de padrões estabelecidos.

A evolução tanto dos motores a Diesel como do próprio Diesel passaram a ser barreiras técnicas para a utilização do óleo vegetal como combustível (deposição de resíduos de carbono nos motores) e, juntamente com biodiesel, tiveram seu uso descartado devido aos crescentes ganhos da indústria petroquímica, tornando seus preços imbatíveis.

As experiências com alternativas de combustíveis não são recentes, comprovando a preocupação dos agentes com o eventual esgotamento das reservas petrolíferas. As primeiras experiências com o uso comercial do biodiesel na Europa com o uso de combustível de óleo vegetal para fins comerciais: ônibus de passageiros da linha Bruxelas-Lovaina/BEL, onde foi concedida a primeira patente a combustíveis obtidos a partir de óleos vegetais (óleo de palma), a G. Chavanne. Patente 422.877. Inúmeros registros de uso comercial na “frota de guerra” de combustíveis obtidos a partir de óleos vegetais. Durante os anos da Segunda Guerra Mundial.

Em 1923 Joaquim Bertino de Morais Carvalho em palestra dada no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro trás o assunto a tona pela primeira vez Brasil (Sá Filho et al. 1979). Na década de 1940, há registro de ensaios realizados pelo Instituto Nacional de Tecnologia - INT e outros órgãos governamentais utilizando diversas oleaginosas.
Nos anos 60, o Conde Francisco de Matarazzo, por meio das industrias Matarazzo, buscava produzir óleo através dos grãos de café. Para tanto, usava na lavagem do café para a retirada de suas impurezas, impróprias para o consumo humano, o álcool da cana de açúcar. A reação entre o álcool e o óleo de café resultou na liberação de glicerina, redundando em éster etílico que nada mais é do que hoje é conhecido por biodiesel, usado para a movimentação de motores a Diesel. Tornando-se, portanto, o pioneiro do uso de biocombustíveis no Brasil.

A importância que o petróleo adquiriu pode ser dimensionada na década de 70, com os adventos do choques mundiais do petróleo (1973 e 1979), que elevaram de forma vertiginosa os preços do óleo chegando, em alguns casos, a 300%. Essa crise motivou a volta da pesquisa sobre alternativas de fontes de combustão para motores de origem não fóssil ou vegetal.

A partir dessa grande crise o homem passou a reconhecer a importância das energias, fazendo deste grande marco na história energética do Planeta, a alavanca para os estudos de novas alternativas para conservação ou economia de energia bem como o uso de fontes alternativas para uso em substituição dos combustíveis fósseis.
No Brasil, a crise do açúcar somou-se à do petróleo e deu impulso ao programa de governo denominado Pró-Álcool. O Professor José Walter Bautista Vidal -secretário de Tecnologia Industrial - junto com uma equipe técnica de primeira linha, começam a adaptar motores para o uso de combustíveis de origem vegetal, alternativos aos combustíveis fosseis.

Em 1975 implementou-se, com tecnologia 100% nacional, o Pro-álcool, que tinha como objetivo, além de oferecer alternativas aos produtos derivados do petróleo, o uso de energia renovável obtidas por meios não agressivos ao meio ambiente.

Contudo, somente a partir de 1979 o Brasil, de forma mais ousada, eleva a meta de produção do Pro-álcool para 7,7 bilhões de litros em cinco anos. O governo financia a produção em patamares que chegavam a cobrir até 80% do investimento fixo para destilarias à base de cana-de-açúcar e até 90% para destilarias envolvendo outras matérias-primas, como a mandioca, sorgo sacarino, babaçu, e outros. Já na parte agrícola, chegava a cobrir até 100% do valor orçado. O Estado tinha como metas, ao implementar o Pro-álcool, aumentar a produção de alimentos e exportáveis do setor rural, estabilizando e equilibrando, assim, as contas internas e externas, e passar para a agricultura, grande importadora de petróleo, a responsabilidade de tentar superar a crise do produto que afetara profundamente o Brasil.

Previa-se uma mistura de 30% de óleo vegetal no óleo diesel, com perspectivas para sua substituição integral em longo prazo. O lobby canavieiro garantiu o Pro-álcool, mas o desenvolvimento de outros combustíveis alternativos não teve a mesma sorte, apesar dos fatores agroclimáticos, econômicos e logísticos positivos. O Brasil passou a produzir álcool em grande escala e, em 1979, quase que 80% da frota de veículos produzida no país eram com motores a álcool.

Porquanto o Brasil parava com os estudos sobre combustíveis alternativos, a Comunidade Econômica Européia investia, com sucesso, na pesquisa de combustíveis alternativos vegetais, entre eles o biodiesel a partir do óleo de canola (colza - Brassica napus L. var. oleifera). Na Malásia e nos Estados Unidos a palma e soja, respectivamente, foram testadas com sucesso.

A década de 80 chega com uma nova realidade na economia mundial, o preço do petróleo cai a patamares bem mais realistas, deixando de criar pressão para economizar energia. O pro-álcool, fica de lado nas políticas governamentais e por pressões internacionais, temerosos da independência energética do Brasil, o programa foi paralisado. Se o programa não tivesse sido interrompido, hoje, com toda certeza, seríamos independentes dos combustíveis fósseis e talvez não tão submissos aos organismos econômicos internacionais.

Em 1980 é feito o depósito da 1ª Patente de Biodiesel no Brasil (PI 8007957)- Dr. Expedito Parente. Em 1988 a Áustria e a França dão início da produção de biodiesel, sendo este o primeiro registro do uso da palavra “biodiesel” na literatura

A American Soybean Association (ASA) promoveu no final dos anos noventa, através de doação de biodiesel feito a partir do óleo de soja, testes em frotas de ônibus no Brasil. Na época, por interesse de conter o crescente avanço brasileiro no mercado mundial de soja, dotando o Brasil de uma alternativa para o uso do óleo de soja. O projeto não foi adiante devido a uma característica mundial do mercado de soja, que é o de ter no óleo de soja apenas um subproduto sendo o farelo de soja o verdadeiro filão desta commodity.

A partir de 1998 os setores de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) retomaram os projetos para uso de biodiesel no Brasil e já em dezembro de 2003 o governo instituiu através de decreto a Comissão Executiva Interministerial (CEI) e o Grupo Gestor (GG), encarregados da implantação das ações para produção e uso do biodiesel.
Estes lançaram em dezembro de 2004 o Programa de Produção e uso do biodiesel. Em janeiro de 2005 foi sancionada a Lei 11.097, que dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira, estabelecendo percentuais mínimos de mistura de biodiesel. Para o período que vai de 2005 a 2007, estipulouse a adição de 2% de biodiesel ao diesel mineral em caráter autorizativo. De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o consumo aparente de óleo diesel no Brasil em 2004 foi de 40.882,44 mil m3, sendo assim, podese esperar um mercado potencial de 820 milhões de litros por ano, para o período citado acima. De 2008 a 2012, estes 2% tornamse obrigatórios o que vai gerar uma necessidade de mercado de aproximadamente 1bilhão de litros por ano. A partir de 2013, tornase obrigatório a adição de 5% de biodiesel ao diesel, o que significa um mercado de aproximadamente 2,4 bilhões de litros. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a perspectiva é de que 50% da produção de biodiesel no Brasil seja de mamona.

A atual crise do petróleo não é resultado das tensões geradas por alguns países árabes em conflito com potências ocidentais, mas um problema de aumento da demanda e falta de estoques.

O crescimento acelerado no mundo principalmente nos EUA e na China, aliado ao reaquecimento da economia mundial e às baixas cotações que o produto vinha apresentando nos últimos dez anos, gerou um forte aumento do consumo de derivados de petróleo.

Este aumento no consumo de derivados de petróleo juntamente com os fatores que dele advém como efeito estufa, guerra, desenvolvimento do setor primário e fixação do homem no campo, fazem com que o investimento na pesquisa, produção e divulgação do biodiesel venham se espalhando por todo o país através de feiras, encontros, palestras, seminários e outros meios.

· 2002: Alemanha ultrapassa a marca de 1milhão ton/ano de produção;

· 08/2003: Portaria ANP 240 estabelece a regulamentação para a utilização de combustíveis sólidos, líquidos ou gasosos não especificados no País;

· 12/2003: DECRETO do Governo Federal Institui a Comissão Executiva Interministerial (CEI) e o Grupo Gestor (GG), encarregados da implantação das ações para produção e uso de biodiesel;

· 24/11/2004: Publicadas as resoluções 41 e 42 da A.N.P, que instituem a obrigatoriedade de autorização deste orgão para produção de biodiesel, e que estabelece a especificação para a comercialização de biodiesel que poderá ser adicionado ao óleo diesel, na proporção 2% em volume;

· 06/12/2004: Lançamento do Programa de Produção e Uso do biodiesel pelo Governo Federal;

· 13/01/2005: Publicação no D.O.U. da lei 11.097 que autoriza a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira;

· 22/02/2005: Instrução Normativa SRF nº 516, a qual dispõe sobre o Registro Especial a que estão sujeitos os produtores e os importadores de biodiesel, e dá outras providências.;

· 15/03/2005: Instrução Normativa da SRF nº 526, a qual dispõe sobre a opção pelos regimes de incidência da Contribuição para o PIS/PASEP e da Cofins, de que tratam o art. 52 da Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e o art. 4º da Medida Provisória nº 227, de 6 de dezembro de 2004;

· 24/03/2005: Inauguração da primeira usina e posto revendedor de Biodiesel no Brasil (Belo Horizonte/MG);

Futuro
Políticas mundiais com relação ao biodiesel:
ü isenção de impostos na Europa e EUA;
ü incentivos da NASA e das Forças Armadas Americanas que consideram oficialmente o biodiesel, um combustível de excelência para qualquer motor do ciclo diesel;
ü entendimento da revolução no campo, na indústria, no ambiente, na formação de renda, no nível de emprego, na oferta de alimentos e outros derivados de oleaginosas após a extração do óleo, no impacto no preço internacional, entre outros aspectos.